IBP integra OTC Brasil e Rio Pipeline em evento histórico para o setor de energia

Diego Velázquez
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A integração entre OTC Brasil e Rio Pipeline fortalece o setor de energia, destaca Paulo Roberto Gomes Fernandes.

Como destaca Paulo Roberto Gomes Fernandes, executivo da empresa Liderroll Indústria e Comércio de Suportes, pela primeira vez, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) realiza simultaneamente a OTC Brasil e a Rio Pipeline no Riocentro, Rio de Janeiro. A integração estratégica permite uma discussão abrangente que conecta o upstream ao midstream, reunindo os principais players globais às vésperas de rodadas cruciais de leilões do pré-sal. A união dos eventos reflete a retomada do fôlego do setor e a importância de tecnologias nacionais que garantem eficiência em águas profundas e transporte terrestre.

Quais os destaques da OTC Brasil 2017 para o pré-sal?

Em sua quarta edição, a OTC Brasil foca em tecnologias comprovadas para exploração offshore. Entre as 26 sessões técnicas, temas como o desenvolvimento do campo de Libra e as estratégias de E&P para cenários de preços baixos são prioritários. Paulo Roberto Gomes Fernandes destaca que, a performance brasileira no pré-sal é única: o campo de Lula atingiu 1 bilhão de barris em apenas seis anos, superando marcas históricas do Golfo do México e do Mar do Norte. Esse sucesso demanda soluções de engenharia de alta confiabilidade para suportar pressões extremas.

Quais tendências e desafios marcam a Rio Pipeline nesta edição?

Sob o tema “Conectando o Futuro: Tendências e Desafios”, a Rio Pipeline discute a transição do downstream e a otimização de práticas dutoviárias. Paulo Roberto Gomes Fernandes aponta que a adoção de tecnologias de ponta é essencial para enfrentar as demandas das próximas décadas. A programação explora o papel da atividade de transporte na produção offshore e a evolução regulatória, garantindo que a infraestrutura acompanhe o ritmo acelerado das descobertas no pré-sal.
O evento histórico promovido pelo IBP amplia conexões estratégicas no setor de energia, segundo Paulo Roberto Gomes Fernandes.
O evento histórico promovido pelo IBP amplia conexões estratégicas no setor de energia, segundo Paulo Roberto Gomes Fernandes.

Como a tecnologia está transformando a operação de dutos?

Os fóruns técnicos da Rio Pipeline apresentam inovações disruptivas que aumentam a segurança e a eficiência:
  • Drones e Big Data: Uso de aeronaves não tripuladas para inspeção de faixas e análise de dados em tempo real;
  • Imagens 3D: Aplicação de modelos tridimensionais para o gerenciamento de ativos;
  • CRM (Control Room Management): Discussão sobre normalização e boas práticas em salas de controle de dutos na América do Sul e do Norte.
A discussão sobre a certificação de profissionais e a nova regulação para o uso de tecnologias emergentes é central para o IBP. Paulo Roberto Gomes Fernandes considera que a padronização técnica eleva o nível de competitividade das empresas brasileiras no exterior. Portanto, o alinhamento com as práticas internacionais discutidas na OTC e na Rio Pipeline garante que o Brasil não apenas produza petróleo, mas exporte inteligência e segurança operacional através de normas robustas e mão de obra qualificada.

Qual o compromisso da Liderroll com a infraestrutura brasileira em 2026?

Paulo Roberto Gomes Fernandes, executivo da empresa Liderroll Indústria e Comércio de Suportes, conclui que até 2026 a integração entre exploração e transporte estará consolidada, com a tecnologia brasileira de suportação sendo vital para a longevidade dos novos campos. O foco da Liderroll permanece no desenvolvimento de patentes que viabilizem a conexão entre as reservas do pré-sal e o mercado consumidor com máxima eficiência. A companhia reafirma seu papel estratégico no fortalecimento da malha dutoviária nacional, transformando o otimismo do setor em resultados tangíveis e infraestrutura de classe mundial.Autor: Diego Velázquez
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