Setor funerário como atividade essencial: Entenda impactos econômicos e sociais

Diego Velázquez
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Tiago Schietti destaca o setor funerário como atividade essencial e seus impactos sociais.

O setor funerário costuma ser lembrado apenas nos momentos de despedida, mas seu papel vai muito além do atendimento às famílias, assim como frisa Tiago Schietti. Trata-se de uma atividade econômica essencial, que integra a estrutura básica de funcionamento das cidades, gera empregos, movimenta cadeias produtivas e presta um serviço indispensável à sociedade. Reconhecer essa dimensão econômica é fundamental para compreender a relevância estratégica do setor funerário no contexto urbano e social.

Essa característica faz com que o setor tenha particularidades próprias, exigindo gestão responsável, planejamento de longo prazo e políticas públicas adequadas. Aqui, você entenderá melhor como essas exigências se refletem na organização e no funcionamento do setor.

Por que o setor funerário é considerado um serviço essencial?

Serviços essenciais são aqueles que garantem o funcionamento mínimo da sociedade e a proteção da vida e da dignidade humana. De acordo com Tiago Schietti, o setor funerário se enquadra plenamente nesse conceito. Ele atua diretamente na destinação adequada dos corpos, na prevenção de riscos sanitários e no apoio às famílias em momentos críticos.

Além disso, cemitérios e crematórios fazem parte da infraestrutura urbana. Sua operação adequada evita impactos ambientais, problemas de saúde pública e conflitos sociais. Sem o funcionamento contínuo do setor funerário, as cidades enfrentariam desafios graves, tanto do ponto de vista sanitário quanto organizacional. 

Qual o impacto do setor funerário na economia das cidades?

Segundo Tiago Schietti, o impacto econômico do setor funerário nas cidades é significativo, especialmente nos centros urbanos. Cemitérios e crematórios demandam investimentos constantes em infraestrutura, manutenção e adequação às normas legais. Esses investimentos geram circulação de recursos e estimulam o desenvolvimento de serviços especializados.

Além disso, a presença de um setor funerário estruturado contribui para o planejamento urbano. Áreas bem organizadas, com gestão eficiente e respeito às normas ambientais, reduzem custos futuros para o poder público e evitam problemas que poderiam gerar despesas adicionais em saúde e meio ambiente.

Setor funerário, estabilidade econômica e previsibilidade

Uma das características do setor funerário é sua previsibilidade relativa, mesmo em períodos de crise. Diferentemente de setores altamente dependentes do consumo ou de ciclos econômicos, os serviços funerários mantêm demanda constante. Essa estabilidade contribui para a sustentabilidade econômica das empresas e para a manutenção de empregos.

Impactos econômicos e sociais do setor funerário analisados por Tiago Schietti.
Impactos econômicos e sociais do setor funerário analisados por Tiago Schietti.

No entanto, essa previsibilidade não elimina desafios. Custos operacionais, exigências regulatórias e necessidade de investimentos em modernização exigem gestão eficiente. A sustentabilidade econômica do setor depende de equilíbrio entre qualidade do serviço, responsabilidade social e viabilidade financeira.

Economia, ética e responsabilidade social caminham juntas?

No setor funerário, a dimensão econômica não pode ser dissociada da ética e da responsabilidade social, conforme explica Tiago Schietti. A busca por eficiência e rentabilidade precisa estar alinhada ao respeito às famílias, à legislação e ao meio ambiente. Esse equilíbrio é um dos grandes desafios da gestão funerária contemporânea.

Empresas que compreendem essa relação tendem a construir modelos de negócio mais sólidos e duradouros. A profissionalização do setor contribui para práticas mais transparentes, reduz riscos de exploração em momentos de vulnerabilidade e fortalece a confiança da sociedade.

O papel do setor funerário no desenvolvimento sustentável

No entendimento de Tiago Schietti, ao ser reconhecido como atividade econômica essencial, o setor funerário passa a ocupar um espaço mais claro nas discussões sobre desenvolvimento sustentável. Sua atuação impacta diretamente o uso do solo, a gestão ambiental e a organização das cidades.

Com gestão profissional, inovação e responsabilidade social, o setor pode contribuir para modelos urbanos mais equilibrados, reduzindo impactos ambientais e promovendo serviços mais acessíveis e transparentes. Nesse contexto, o valor econômico do setor se soma ao seu valor social.

Reconhecer a essencialidade é fortalecer o setor

Por fim, reconhecer o setor funerário como atividade econômica essencial é um passo importante para sua valorização e profissionalização. Isso significa compreender sua relevância para a sociedade, apoiar sua modernização e garantir condições adequadas para sua operação.

Quando o setor é fortalecido, toda a sociedade se beneficia. Serviços mais organizados, cidades mais preparadas e relações mais éticas e transparentes são reflexos diretos de um setor funerário reconhecido, estruturado e integrado ao desenvolvimento econômico e social.

Autor: Semyonova  Solpav 

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